quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Cosméticos Ingleses
Os cosméticos franceses são os mais conhecidos, mas há algum tempo os que têm me chamado a atenção são os ingleses. As embalagens são lindas, especialmente das empresas mais antigas, com cara vintage, de boticário. Ainda não experimentei nenhum desses produtos, mas tenho a impressão de que são de boa qualidade, com ingredientes selecionados. Não é uma graça o vidro de perfume da Penhaligon's aí de cima? Fiquei com vontade de fazer um aromatizador de ambientes nesse estilo, com alguma estiqueta retrô customizada por mim mesma, ou adaptada das desse blog excelente. Ainda nesse estilo tradicional, existem a Yardley, Floris e Bronnley, dentre outras.
Já faz tempo que quero colocar em cima da pia do banheiro um conjuntinho de sabonete líquido e creme para as mãos, com o mesmo cheirinho e embalagens fofas. Ainda não achei nenhum creme para as mãos com embalagem pump como esse da Crabtree and Evelyn. A bandejinha dá um perfeito toque final.
Fiquei sabendo que já teve Neal's Yard aqui no Brasil, em São Paulo. Infelizmente só descobri depois do encerramento das atividades. Essa é uma das marcas que mais tenho vontade de conhecer, os produtos contém ingredientes orgânicos e fair trade. Além disso, parece que, se você está na dúvida se deseja comprar determinado produto, a loja te dá amostrinhas do que você quiser, para que teste em casa. Assim não se gasta dinheiro à toa. Adorei a iniciativa, sinal de que a empresa se garante.
A Natural Empathy também investe no apelo natural e as embalagens são uma graça.
A embalagem do Pure Papaya Ointment é bem feia, mas dentre todas essas marcas inglesas, acredito que seja o produto que eu mais tenha vontade de experimentar. Já tinha comentado aqui que os maquiadores profissionais adoram o Lucas Papaw Ointment, produto australiano que é uma pomada à base de mamão papaya fermentado e vaselina. A grande vantagem da versão inglesa é que, em vez de vaselina, a fórmula está cheia de óleos vegetais e manteiga de karité, que são infinitamente melhores para a pele que derivados de petróleo. É pau para toda obra, serve para picadas de mosquitos, pele seca e irritada, queimaduras, dermatite, eczema, lábios rachados, etc. A papaína é mesmo uma substância fantástica e com essa fórmula turbinada deve ficar melhor ainda.
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
Maquiagem de Carnaval
Eu não gosto de Carnaval, mas reconheço que a época é propícia para usar aquele olho coloridão que você estava sem coragem de fazer. Todo mundo deve conhecer as maquiagens da Misschievous, então vou sugerir outras duas meninas menos conhecidas, mas que fazem pinturas muito bonitas nos olhos. Uma é alemã e a outra norueguesa. A maior parte das maquiagens é artística, mas existem algumas mais usáveis e outras possíveis de serem adaptadas. Vale dar uma olhada.
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maquiagem
sábado, 28 de janeiro de 2012
Formadores de opinião é o novo "artistas e intelectuais"
Quando a Renata escreveu a respeito do fim das bases, decretado pelos mais prestigiados maquiadores, me animei para terminar de escrever este post, que havia começado quando li este artigo no Estadão sobre algumas blogueiras como sendo as "novas formadoras de opinião".
Há algum tempo tenho visto esse termo, "formadores de opinião", ser largamente utilizado em jornais e revistas. Em jornais, principalmente. Acredito que seja o novo "artistas e intelectuais", chavão há muito querido por jornalistas. Na realidade, ambos são reles argumentos de autoridade falaciosos. Funciona assim: para te convencer de algo, o autor do texto afirma que determinada coisa é must have por ser utilizada por formadores de opinião, ou que determinado bar é hype por frequentado por artistas e intelectuais.
A fórmula é a seguinte: "X disse que P; logo, P", sendo X uma pessoa ou grupo de pessoas tidos como autoridade e P uma afirmação qualquer. O argumento para te convencer é simplesmente a opinião ou pretensa opinião de alguém que teria alguma credibilidade.
O autor foge do assunto, já que não são apresentados argumentos lógicos de convencimento, mas simplesmente o pretenso prestígio de determinada pessoa, o que não quer dizer absolutamente nada. Por isso é uma falácia, já que as razões apresentadas não sustentam o que se afirma, em virtude de inexistência de lógica entre a premissa e a conclusão.
Na prática:
“Não é uma tendência, é um statement”, acredita Fabiana Gomes, maquiadora sênior da MAC, a respeito do fim da base.
A Vogue utilizou o argumento de uma autoridade para te convencer que a base acabou. Quem é a autoridade? A maquiadora sênior da MAC. Por que ela seria uma autoridade? Porque ela representa uma grande marca de maquiagem. Ora, mas a MAC produz uma série de bases, porque sua representante iria contra os interesses de quem paga seu salário? Pronto, verifica-se o despautério da proposição. Por trás disso o que dá para entender? A maquiadora pretendia promover o BB Cream da MAC, então determinou que não se usa mais base para que todas comprassem o novo produto. Parte iria gostar, outra parte não iria ficar satisfeita e voltaria para as bases. Com o tempo ninguém iria lembrar mais da asneira dita e tudo voltaria a ser como antes, mas com o BB Cream devidamente inserido no mercado.
Este foi um exemplo simplório para demonstrar a impropriedade na larga utilização de argumentos de autoridade como "formadores de opinião" e "artistas e intelectuais" pela mídia. Eu sempre desconfio de textos que começam a falar de algo puxando o bordão dos artistas e intelectuais. Jornalistas adoram o termo e às vezes ele é usado como marketing de produtos. Exemplo: a Moleskine se gaba de seus caderninhos terem sido usados por gente como Henry Matisse, Vincent Van Gogh, Pablo Picasso e Ernest Hemingway, dentre outros. Antes de analisar a falácia, lembro do que havia dito aqui, que o Moleskine não possui relação direta com o caderninho original, usado pelos artistas mencionados. Na verdade, esses caderninhos já eram fabricados à mão por pequenos artesãos franceses desde o século XIX. Não havia propriamente uma marca. Em 1997, uma empresa italiana resolveu registrar o nome Moleskine e produzir em massa os bloquinhos de notas, ou seja, muito tempo depois da morte dos renomados artistas.
Agora a falácia: Hemingway usava Moleskine, logo, Moleskine é bom. Bom para quê? Para escrever? Você acha que vai escrever tão bem e ter ideias tão geniais quanto Hemingway só porque usa o tipo de caderno que ele usava? Você acha que suas ideias são tão dignas de nota quanto as de Hemingway? A Moleskine te faz crer nisso, ela infere que quem usa seus cadernos é tão bom quanto Hemingway. A pretensão é tão grande que chega a ser piada.
Digamos que o formato de caderno tenha mérito a respeito de anotar brilhantes ideias para um texto. Por que tem que ser da Moleskine, não pode ser de outra marca concorrente que tenha o mesmo tipo de produto. Ah, porque Hemingway usava "Moleskine". Bom, mentira, mas entendem?
E os formadores de opinião? Formador de opinião seria uma pessoa com capacidade de influenciar e modificar a opinião de outras pessoas nos mais diversos campos, como moda, política, música, filosofia. Por isso os autores andam fascinados com essa expressão, já que ela é muito mais abrangente que "artistas e intelectuais". Em relação a objetos de consumo, especialmente na área da moda, o Estadão decretou que certas blogueiras são as novas formadoras de opinião.
Não há dúvidas que elas influenciam muitas meninas. O perigo está em acreditar que elas são autoridades com credibilidade naquilo que dizem. Ah, a fulana diz que é bom, então vou comprar. Ela ganha dinheiro para dizer isso e muitas não percebem. Ainda que a fulana entenda mesmo daquilo que esteja falando, não acredite de cara, questione, veja se é o adequado para você. Com o bombardeio de informações através de diversas mídias, há muita coisa errada e equivocada sendo dita, de modo que se torna ainda mais importante filtrar aquilo que tenha alguma serventia. Não se deixe influenciar assim tão facilmente. Quem tem que ser formador de opinião é você.
Foto: Worldstart
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informações
domingo, 22 de janeiro de 2012
Estilistas cariocas (e os demais brasileiros também)
Estava lendo essa reportagem sobre o perfil dos estilistas cariocas na Veja Rio. Alguns dados me chamaram a atenção:
- cada peça é vendida por um preço cerca de 3 vezes maior que o preço de custo;
- "Tem de estudar as grifes lá de fora, conhecer o perfil da sua cliente, para ver o que pode ser adaptado por aqui, e depois criar peças que se destaquem em meio à concorrência", afirma Maria Lontra, 33 anos, que atua na Scrap;
- 58% admitem já ter clonado modelos de outras grifes (clonado, ou seja, ctrl c + ctrl v, fora a "inspiração"...);
- Oskar Metsavaht, diretor criativo da Osklen, visto como o profissional mais supervalorizado do Rio e cuja marca, Osklen, foi apontada como a de preços mais abusivos (concordo!!!).
O texto confirmou algumas suspeitas que eu tinha: ainda não existe uma moda essencialmente brasileira, os estilistas copiam mesmo (ou se "inspiram" diretamente nas coleções estrangeiras recém lançadas) e dão valor demais à Osklen (pessoalmente acho tudo feio, :P).
Faz parte da filosofia de trabalho dos estilistas pegar o que se criou lá fora e adaptar ao clima e gosto dos brasileiros. Quem melhor faz isso, mais bem sucedido é. A questão é cultural. Isso me fez lembrar das aulas de literatura que tinha na escola, em que a professora comentou que até o advento do modernismo, não havia propriamente uma literatura brasileira, e que este movimento quis romper com as amarras europeias. Parece que ainda não tivemos nossa semana de 22 na moda. Até isso acontecer, não haverá moda brasileira e as semanas de moda daqui não serão levadas a sério.
Claro que hoje em dia é difícil, talvez impossível, criar algo inédito. Invariavelmente haverá inspiração em tempos passados, ora os anos 70 (e voltam as pantalonas), ora os anos 50 (e voltam as saias rodadas). O mérito do estilista é retratar o que não é óbvio de tudo que já foi criado, conseguir alguma originalidade. Pouquíssimos brasileiros fazem isso, eles simplesmente se aproveitam das temporadas anteriores estrangeiras, que são da mesma estação que as nossas futuras. Quer ver o que vai estar na moda? Veja as semanas de moda estrangeiras.
Por falar em semanas de moda, aproveitem que elas estão aí para repararem. Anotem as tendências e vejam de onde elas vieram. A mais descarada é o art deco da Gucci. Aliás, o art deco está na moda porque os anos 20 estão na moda. Outro dia me peguei catando charleston e outros ritmos da época para escutar. Naturalmente. Mas por que os anos 20 estão na moda? Escapismo da crise econômica? Não sei, isso cabe aos caras que estudam as tendências. Quem consegue captar o sentimento da sociedade é mais bem sucedido ao lançar produtos no mesmo sentido. Foi o que a Gucci conseguiu fazer. Como isso deve dar trabalho, os brasileiros simplesmente pegam o que os outros captaram. Mas será que o sentimento brasileiro é o mesmo? Não estamos sentindo como os europeus o peso da crise econômica. Ou será que não vestimos nosso sentimento, apenas reverenciamos o que vem de fora? Acho que continuamos a ser colônia.
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moda
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Palha de Viena
A famosa trama de palhinha, conforme mostrada na foto, foi popularizada a partir da criação na Áustria, em 1859, da cadeira 214 pelo carpinteiro Michel Thonet, que a utilizava como assento. Desde então ficou conhecida como palha de Viena.
Atualmente, a trama é vista não só em cadeiras, mas em diversos móveis, como cabeceiras de cama, pufes, mesinhas, além de ter sido adotada pela indústria da moda. Ela faz parte da decoração das lojas da Farm, foi utilizada em um desfile do Reinaldo Lourenço e vez ou outra é técnica aplicada em bolsas e sapatos.
A Imporium levou para suas lojas, recentemente, algumas peças com a trama, como as sapatilhas aí de cima. O couro foi cortado com laser, de modo que o calçado não foi feito propriamente com trama, mas o design é o mesmo. Achei linda! No meu pé não ficou muito boa, mas comprei a rasteirinha com o mesmo couro. A City Shoes também lançou uma bolsa tipo maleta de médico com a palha. Achei cara, esperei que baixassem o preço, mas não rolou, acabou rapidinho e fiquei sem. Acontece, :P.
Também tenho visto a estética em joias e bijuterias. A joalheira Ana Nordeste possui uma coleção inteira de palhinha. Achei lindo o bracelete.
Sou uma grande entusiasta da palha de Viena, pois é uma palha elegante, pode ser amplamente utilizada sem dar cara de praia. E é muito charmosa. Para mim é um clássico, espero que não seja apenas modinha e que vejamos sempre nas lojas.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Estampas em metal
Nunca vi nada disso na Saara ou na 25 de março. Descobri em sites que vendem material para bijuterias americanos uma série de ferramentas para estampar em metal. Você pode fazer plaquinhas, pingentes, anéis, tudo personalizado!
Dá para comprar kits com números e o alfabeto completo em barrinhas de metal (punções) com alto relevo. Parece que você desmontou uma máquina de escrever. Há também barrinhas com outras figuras para personalizar sua bijuteria. Amei!
O site Beaducation tem lojinha que vende tudo o que precisa para fazer as bijuterias, além de vídeos gratuitos com tutoriais. O Ornamentea também possui algumas peças. Ambos entregam no Brasil!
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Figuras para carimbos
O site Briar Press disponibiliza diversas figuras lindas, a maioria de graça, para download. São letras iniciais estilizadas, motivos em art deco e art nouveau, animais, figuras natalinas, etc. Você pose usar como quiser, desde que não seja para uso comercial. Acredito que fiquem perfeitas como carimbos, tem até ex libris para você organizar sua biblioteca. Não é caro fazer carimbos, custa cerca de R$ 15,00 cada um. Vale muito a pena, você pode personalizar o que quiser.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Porque a Estée Lauder e a Avon voltaram a testar em animais
Mandei um e-mail para a Peta perguntando porque a Avon e Estée Lauder passaram para a lista das empresas que testam em animais, já que elas já não o faziam há mais de 20 anos. A Peta me informou que a China está exigindo o teste em animais para que os produtos sejam comercializados naquele país. Sendo assim, algumas empresas desistiram de vender lá e outras se adequaram. Isso é péssimo, a China é um mercado emergente, raras empresas vão querer perder esse filão. A Peta pediu que mandássemos e-mails informando à Avon e à Estée Lauder nosso descontentamento para com essa atitude.
Parece que a Avon e a Estée Lauder estão pagando para que terceiros realizem os testes lá na China mesmo. China, sempre ela... Quanto às demais marcas da Estée Lauder (MAC, Bobbi Brown, Clinique, etc), a Peta ainda está verificando a situação. Rezemos para que pelo menos a MAC fique de fora dessa. :(
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consumo consciente,
informações
Removedores de esmalte sem acetona e sem álcool
No Brasil já existem removedores de esmalte sem acetona, mas ainda não vi nenhum sem álcool também. Por acaso encontrei dois americanos, que parecem ser muito bons: da Karma Organics e Suncoat. A composição é bem simples, acredito que sejam menos agressivos. A Suncoat entrega no Brasil, a Karma só através da US Unlocked, que fornece um enderço americano, mas o frete sai caro. O da Suncoat é barato, 7 dólares canadenses!
Composição:
Karma Organics: Propylene Carbonate, Soybean oil methyl exter, Tocopheryl acetate
Suncoat: ethyl lactate (from corn fermentation), methyl soyate (from soya oil), vegetable glycerin, D-limonene (from orange)
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esmaltes
domingo, 8 de janeiro de 2012
Revistas de decoração
Minha revista de decoração preferida é a espanhola El Mueble. Ela sempre mostra casas aconchegantes e pessoais, com cara de casa mesmo e não de loja. Quem prefere estética minimalista, clean, não vai gostar. Existem também as revistas irmãs Casas de Campo El Mueble, com cômodos ainda mais fofos e com toques rústicos e Cocinas e Baños El Muble, mas esta eu ainda não comprei. A El Mueble custa cerca de R$ 13, mas em algumas bancas é possível encontrar números antigos por R$ 9,99, que incluem a Casas de Campo. Considerando que a El Mueble não mostra modinhas de decoração, é um ótimo negócio.
Além dessas espanholas, vale muito dar uma olhada nas americanas da Better Homes and Gardens. A Beautiful Kitchens and Baths é maravilhosa! É uma revista semestral que mostra cozinhas maravilhosas daquele estilo americano, bem espaçosas. O chato é que aqui não temos espaço para isso, mas talvez um arquiteto consiga captar a essência para a realidade brasileira. Além dessa tem a Tuscan Style, Elegant Homes, Country French, Country Home, dentre outras. É possível comprá-las em formato digital aqui. A grande vantagem da revista digital é que dá menos trabalho para armazenar as fotos inspiradoras.
Das brasileiras, tenho gostado muito de uma que descobri por acaso, a Decorar Mais Por Menos. Ela é barata, custa R$ 4,90 e tem pouca propaganda. Dá ideias super originais e normalmente vem algum DIY também. Ela é meio difícil de achar, comprei o último exemplar no Pão de Açúcar, parece que nas bancas se esgota logo. A Abril tá com uma revista concorrente, pelo mesmo preço, chamada Minha Casa, mas não gostei muito não, a decorar é bem melhor. As ideias de decoração não são muito legais, mas tem como vantagem artigos sobre a parte chata como, ensinar como ver a parte elétrica antes de alugar um imóvel. A Decorar tem uma revista irmã igualmente boa, a Construir Mais por Menos.
Das mais tradicionais, só gosto da Casa e Jardim. De um modo geral acho que as revistas brasileiras dão ideias muito minimalistas, prefiro o estilo aconchegante das americanas e espanholas.
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